quinta-feira, fevereiro 16, 2006

Opas e Combustveis

Opas e Combustíveis

Toda a gente sabe que a carne humana é inflamável, e arde com relativa facilidade.
Ontem fui um testemunho vivo disso…Estava no meu quarto, quando o meu pai me chamou e perguntou:
- “Oh Mário, não tens por aí uma folha de papel e um isqueiro para eu “dar calor” ali num tubo?”
Pergunta à qual eu respondo:
- “Não pai, mas na casa de banho tens lá revistas velhas, pegas numa e queimas. Isqueiro não há mas tens fósforos aí na gaveta.”
E ele tudo bem.
Passados alguns segundos, ele diz-me:
-“Oh Mário, anda-me aqui segurar na folha para eu dar calor no cano mais facilmente.”
E eu tudo bem.
MAS, reparei que a folha era a capa da conhecida revista “A Gente”.
Então cheguei à conclusão.
A Gente arde! E pronto vi e cri, A Gente é inflamável!

Quanto às Opas, tenho de falar no “Inginheiro” patrono da Sonae, o Sr. Belmiro de Azevedo, que recentemente lançou uma Opa…Coitado, de tão pobre que ele está, teve de vender a sua própria Opa para sobreviver…Opa, isso não se faz!
Devido a esse mesmo facto, a pobreza do Engenheiro, e à moda dos portugueses escreverem músicas acerca das suas casas, tenho duas versões de duas conhecidas musicas Portuguesas relacionadas com “Casinhas”. Uma delas é dos Xutos e Pontapés, que se intitula “Casinha”, e outra é um fado muito cantado pelo Carlos Oliveira (para o pessoal que o conhece…) que se intitula “A minha casinha”.

Ora aqui vai:


Casarona (Casinha – Xutos e Pontapés) - Cifrada

-----------D----------------- A/C#
Ai que linda e em boa zona
----------C-------------- B7
Está a minha casarona
B7/A B/G B7/F# --------------Em
Melhor que um bom Palácio
Em---------------------- A7
Como é bom lá Morar
---------------------------G/A
E em vez de um andar
--------A7/13 -- A7 ---D
Ter o inteiro Edifácio!



Seguidamente o fadinho


Vinte e Seis Assoalhadas (A Minha Casinha – Fado Tradicional Português)
Refrão:
Vinte e seis assoalhadas
E umas cem empregadas
E até acho estranho
Só vinte Casas de Banho

Verso
Vivia num apartamento
E só comia macarrones
Lembrei-me do investimento
Na empresa dos telefones

Já tinha uns bons milhões
Mas não é suficiente
Um homem com 3 testículos
Tem de pensar sempr’á frente

Refrão

Verso:
Estamos todos sem dinheiro
E a nação está marreca
Não tem graça por inteiro?
O que mais tem é careca…

Mas voltando ao chalé
Só tem noção quem o vê
Cabe um avião em pé
E a administração da PT

Refrão

Verso:
As portas são das maiores
Todas banhadas a ouro
Não chegou para os puxadores
Nem para o mijadouro

O BES e o seu desembolso
Nesta época de Entrudo
Com ele a entrar no meu bolso
Já vai chegar bem para tudo

Refrão

Fim


Viva o Nosso Portugalinho
Ora porra!

7 comentários:

Anónimo disse...

Temos fadista! Tá genial...Como tudo o que vem de ti.Beijinho

Anónimo disse...

Raios ma parta Mario...se tu num nascesses tinhas de ser inventado...=D loooooool...
Ta genial... sinceramente...um gande abraço

José Martins disse...

É pah... genial! hehehe
Só tu pra fazer destas coisas!
loool
"Ò pah", és o maior!!! hehehe
Grande abraço! =D

mar!ana josé disse...

AH, FADISTA! Já 'tou como o Nélson: "Se não nascesses tinhas que ser inventado!!"
Amogo, 'tá DEMAIS!!
Beijocas

LPC disse...

so mais uma so mais uma! lol!
ja n m lembrava d passar pur aki.. abraçuh []

nunofigueiredo disse...

O Mário tem que por som nisto!
O texto tem piada. Agora cantado!!!
Abraço!
Cante lá isso e ponha como post!
Ganda desafio.

nunofigueiredo disse...

publicidade ao citibank visa.
que chique e bem!